Nesta reta final de preparação para a OAB uma verdade precisa ser pensada seriamente: As disciplinas que você não gosta são as que te reprovam.

Sim, elas mesmo, as disciplinas para as quais você torce o seu nariz têm o poder de levá-lo à reprovação.

Entender isso é determinante para modificar a percepção de todo o processo de estudo e, claro, mudar seu destino perante a prova.

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O “não gostar” de uma disciplina guarda estreita correlação com a capacidade de assimilar o seu conteúdo. Quanto maior a dificuldade e quanto mais “chata” ela for, pior para o candidato.

E é ruim por dois motivos essenciais:

1 – O primeiro é que a concentração e o empenho empregados no estudo daquela disciplina, em regra, são menores se comparados com o empenho e tempo dedicado a disciplinas mais familiares e palatáveis.

A abordagem sobre a matéria passa a ser rápida, sem que seja empregado o devido empenho e atenção. A consequência, claro, é uma fixação precária do conteúdo, e isso tem um impacto negativo na aprendizagem.

2 – O segundo é que tanto a prova como a preparação para ela precisam ser vistas como um todo. Abrir mão de estudar com empenho um grupo de disciplinas que não são tão atrativas cobra um preço alto na hora da prova, pois o esforço foi destinado a uma parte do conteúdo, e não a ele como um todo.

NOTA: Neste ponto não podemos incluir a preparação estratégica quando faltam poucas semanas para a prova. Aqui, dadas as circunstâncias, o estudo precisa ser direcionado para um rol específico de disciplinas em razão do pouco tempo disponível.

Como estudar para a OAB consultando a lei seca?

Preparação estratégica: selecionando as disciplinas certas para estudar

Como lidar com as disciplinas que você não gosta?

Primeiro, é claro, é necessário identificá-las. O que é algo absolutamente fácil e intuitivo.

Depois de identificá-las é preciso saber o impacto de cada uma na pontuação na prova. A partir daí verifica-se a importância e peso delas.

Tenha em mente uma coisa: a preparação para a OAB é estratégica, ou seja, deve ser direcionada para um objetivo em específico, que é o de ser aprovado.

Observe acima os grupo de disciplinas aglutinadas pela quantidade de questões. Se uma eventual matéria chata está no grupo verde escuro ou verde claro, a necessidade de enfrentá-la é bem elevada, pois ela entrega uma pontuação alta na prova objetiva.

Como então enfrentar as disciplinas que não se gosta?

Já li uma série de dicas e métodos sobre o tema, mas confesso que nenhum me convenceu. “Fingir que gosta”, por exemplo, não passa de uma ilusão desprovida de consistência que não vai mudar a realidade.

Você, seguramente, tem sua metodologia de estudo, e não considero prudente abrir mão dela, em um primeiro momento.

O ideal é estudar a disciplina mais complicada segmentando mais o conteúdo em partes menores, e avançando lentamente, a medida que o conteúdo é fixado.

Não gostar de um conteúdo guarda íntima correlação com a dificuldade de compreendê-lo. Se a compreensão avança, mesmo que lentamente, a repulsa vai diminuindo gradualmente.

Para variar, é claro, não existem fórmulas mágicas ou milagrosas.

Avançar lentamente tem como objetivo admitir para si mesmo que há uma dificuldade real na preparação e que é preciso dedicar mais atenção ao estudo específico.

Evidentemente, assim que a base da matéria for sendo assimilada, a velocidade no estudo vai gradualmente crescendo e a barreira da incompreensão e dificuldade vai ruindo.

Paciência e um pouco mais de foco são os elementos para se enfrentar as disciplinas mais difíceis. Mantenha a metodologia e siga em frente.

 

FONTE: Blog Exame de Ordem